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Anvisa transmitirá votação sobre uso emergencial de vacinas ao vivo no domingo

A reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa, que decide no próximo domingo (17) sobre os pedidos de uso emergencial das vacinas da Fiocruz e do Instituto Butantan contra a Covid-19 será transmitida ao vivo, em horário ainda não definido.

A agência costuma fazer transmissões ao vivo, de reuniões colegiadas, por meio do canal no YouTube.

A data representa o penúltimo dia do prazo estabelecido pela própria Anvisa como meta para a análise dos pedidos de uso emergencial das vacinas.

Em nota, a Anvisa disse que, para que os pedidos sejam avaliados, “faz-se necessária a entrega, em tempo hábil para análise, dos documentos faltantes e complementares”.

Segundo painel de andamento da análise das vacinas atualizado pela Anvisa, a Fiocruz ainda precisa complementar 14,4% da documentação.

Já no caso do Butantan, 33,7% da documentação consta como “pendente de complementação”, enquanto 5,4% consta como “não apresentado”.

Diretoria
A Diretoria Colegiada da Anvisa é formada por cinco diretores, divididos em primeira diretoria, responsável pelas gerências de gestão de pessoas, tecnologia da informação e inovação e pesquisa, entre outras; segunda diretoria, responsável pelas gerências de alimentos, medicamentos e produtos biológicos, é essa diretoria responsável pela concessão de registro de vacinas; terceira diretoria, responsável pelas gerências de tecnologia de produtos para saúde, registro e fiscalização de produtos fumígenos e produtos de higiene e perfumes, entre outros; quarta diretoria responsável pelas gerências de análise e julgamento de infrações sanitárias e de laboratórios de saúde pública, entre outros; e quinta diretoria responsável pelas gerências de monitoramento de produtos sujeitos à vigilância sanitária e de portos, aeroportos e fronteiras.

Todos os diretores foram indicados pelo presidente Jair Bolsonaro, apenas uma é servidora de carreira da Anvisa. Confira quem são os diretores:

O diretor-presidente/primeira diretoria é o médico e contra-almirante Antonio Barra Torres. Amigo íntimo do presidente Bolsonaro, participou de protestos pró-governo em março, sem usar máscara de proteção e foi diagnosticado com covid-19 em maio. Assumiu como diretor-presidente substituto da Anvisa ainda em 2019 e, durante a pandemia, se opôs a medidas de isolamento social, num contraponto ao então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Na segunda diretoria está Meiruze Sousa Freitas, farmacêutica e servidora da Anvisa desde 2007, atuou como adjunta de diretor e gerente da área de medicamentos.

A terceira diretoria tem Cristiane Rose Jourdan Gomes, médica e bacharel em direito, trabalhou no Ministério da Saúde nos anos 90 e na ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), entre 2002 e 2003. Durante a pandemia publicou textos nas redes sociais defendendo medicamentos sem comprovação científica e atacando o STF.

Na quarta diretoria está Romison Rodrigues Mota, economista com especialização em Vigilância Sanitária, é servidor concursado da Anvisa há 16 anos.

E, por fim, a quinta diretoria é ocupada por Alex Machado Campos, é formado em direito e servidor de carreira da Câmara dos Deputados, onde foi assessor jurídico. Trabalhou como chefe de gabinete do Ministério da Saúde, com o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta.

Por Redação/CNN/Nexo

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